quarta-feira, janeiro 31, 2007

A Marca do Corvo - Lisboa de S. Vicente



"A Marca do Corvo - Lisboa de S. Vicente"

2004

Oleo em tela de Ana Garrett

0,80 x 0,80

33 comentários:

≈♥ Nadir ♥≈ disse...

lindissimo trabalho.
beijos e bom fim de semana

Mikas disse...

Beijokas de bom fds

JPD disse...

um Tejo revolto quase inundou a cidade...

Abssinto disse...

Ai, lembra-me o 01/11/1755, essa data de má memória... Impávido e sereníssimo face ao rugido do mar, está o corvo! (talvez entorpecido pelo absinto)

bj

AnaGarrett disse...

Obrigada, Nadir.
E uma excelente semana para ti, já que o fim de semana já lá vai.

AnaGarrett disse...

Beijocas para ti também, Mikas, e uma excelente semana também.

AnaGarrett disse...

Sim JPD, um Tejo revolto que inundou a cidade, mas espiritualmente.
Tanto, tanto, que São Vicente passou a ser o santo de Lisboa.
Beijos

AnaGarrett disse...

Serenos são os corvos mirando os transeuntes nesta cidade bucólica e pardacenta. Provavelmente pelos efeitos dos vapores do Absinto.
;-)
Mas a inundação não foi como a de 1755. Foi mais um Tsunami espiritual.
Beijos, Abssinto

Lord of Erewhon disse...

Adorei este!!

Dark kiss.

AnaGarrett disse...

Obrigada

White Kiss

o alquimista disse...

Gota a gota chora o ceu ao entardecer, floresce a terra, eclode a vida...acontece a magia...

Mágico fim de semana...


Doce beijo

cuotidiano disse...

O corvo é o símbolo da minha cidade (que adoro), Lisboa - por isso gosto particularmente dele.

Curiosamente, o dito corvo é o símbolo da limpeza. Curiosamente também, o corvo é (ou pode muitas vezes ser) necrófago. Ou seja, ganha vida ao "devorar a morte".

Mas a vida é isso mesmo - um ciclo, um círculo (por vezes até um circo) sempre em renovação, não é?

Beijo

PS - Grande quadro, aliás como sempre!

RPM disse...

gosto...

gosto mesmo...uma boa aplicação técnica....

beijito extensivo à grande família

RPM

AnaGarrett disse...

E das palavras nasce a poesia.
Beijinho, Alquimista.

AnaGarrett disse...

Por ser necrófago é que é um simbolo de limpeza, cuotidiano.
E não é um quadro assim tão grande.
Nem tem um metro.
;-)

AnaGarrett disse...

Não é uma boa aplicação técnica, RPM.
É uma aplicação de óleo... em tela.
;-)

Disturbed Angel disse...

connected this site~
impression is good ...

O Micróbio II disse...

E o corvo impávido e sereno não abandona a sua cidade apesar do mar revolto...

© Piedade Araújo Sol disse...

Fiquei a olhar e a pensar.

Este oleo daria uma boa capa para um livro.

Muito bonito!

AnaGarrett disse...

Aceito propostas, Piedade.
Estou disponivel para participar nalgum livro que lançes.
Beijinho

AnaGarrett disse...

Thanks, disturbed angel.
You are welcome all the times.

AnaGarrett disse...

Pois é, Microbio II.
Tanto não abandonou que está em todo o lado. Até nos candeeiros da cidade.
Eles estão no meio de nós.

Abssinto disse...

tsunami espiritual:)

beijoca

AnaGarrett disse...

Abssinto, Enquanto for só espiritual é bom.
Esta semana já houve um tremor de terra.

iminente disse...

Balança entre o ver e o tacto ..simulacro e rejeição..enfim gostei!

Claudinha disse...

Querida amiga, eu vi nesta obra um mundo novo cheio de possibilidades que cabe em muito pouco de nossa dedicação... Lindo!

AnaGarrett disse...

Obrigada, Iminente.

Está entre o bom e o mau.
Está onde não está.

AnaGarrett disse...

Obrigado, Claudinha.
O pior é que os mundos novos já estão todos descobertos... será?
;-)
Beijos

mystic disse...

Gosto da postura do corvo, quase inabalável, representa muito bem as pessoas que contra ventos e marés ultrapassam as maiores dificuldades que a vida lhes lança.

Bonito.

Bjs

AnaGarrett disse...

Mystic.
Gostei da maneira que vês o Corvo.
Obrigada

ringthane disse...

Também gostei muito.

AnaGarrett disse...

Obrigada, Ringthane.
Volta sempre.

...estás na Nicarágua????

rochadesousa02@gmail.com disse...

Há muito tempo que não nos encon-
tramos, mas tinha o seu contacto e
resolvi vir revisitá-la. Ponho o meu comentário neste quadro por ser uma peça de grande nível, entre
forças naturais e sígnicas, e um fulgor ao mesmo tempo romântico sem
perder de vista o sentido do mundo,
do próprio mundo contemporâneo.
Deixo aqui o endereço dos meus

blogues:
rochadesousa02@gmail.com
construpintar02