sábado, setembro 09, 2006

A Janela



A Janela
0,80 x 0,80
Óleo em Tela
2003

A janela que representei é a entrada para o mundo dos sonhos.
Nos sonhos os Gatos e as Borboletas significam Sorte.

***

Cada um de nós tem uma Janela que dá para a Alma.
Ousemos entrar nesse Portal.
No portal dos sonhos e fantasias.

Dediquemos nesta noite um pensamento positivo a todos os que ousaram desafiar a razão e foram em busca dos seus sonhos, das suas fantasias e... conseguiram.

Dediquemos esta noite um pensamento positivo a todos os que gostavam de o tentar e não tem coragem de o fazer.

Pode ser que assim, pelo menos, uma vez na vida arrisquem e consigam realizar os seus sonhos.

Beijinhos mágicos

O Caminho da Borboleta




O Caminho da Borboleta
2001
0,60 x 0,80
Acrílico sobre Tela

Foi o primeiro de uma colecção sobre a alma, que elaborei.
Tentei unir sempre nesta série, a pedra (o Eterno) e a Borboleta/Alma, (Etéreo).

"...Não me encontras.
Não sabes da flor de outrora,
do jardim que criaste para mim.
Perdeste os sorrisos feitos das asas da borboleta
e os olhares líquidos de azul e cinza.

O que perdeste ficou trancado a sete chaves,
como dizem nas histórias,
pois eu não sou o que alcanças quando
enxergas da janela o horizonte.

O que vês são gotas salgadas e não o mar.
O que vês são riscos no céu e não o céu estrelado..."

Poema de Raphaela Blat, pseudónimo de uma boa amiga minha.


Que esta noite sejam elevados nas asas de uma borboleta para o mundo etéreo dos sonhos.
Beijos Eternos desta Alma errante

quinta-feira, setembro 07, 2006

Guinevere (Gwenhyvar)



Guinevere (Gwenhyvar)
1,60 x 0,50
Óleo sobre tela

"..Eu era rainha e perdi a minha coroa,
Mulher e quebrei os meus votos;
Amante e arruinei quem amava:
Não há maior massacre.
Há poucos meses atrás eu era rainha,
E as mães mostravam-me os seus bebés
Quando eu chegava de Camelot a cavalo..."
"Guinevere" de Sara Teasdale

Guinevere, rainha, ao lado de Arthur, amante apaixonada, ao lado de Lancelot.
Mas depois da morte de Arthur, Guinevere foi para um convento de freiras em Amsbury, permanecendo lá até à sua morte.

Como mera informação o casamento para os Celtas, nas suas antigas tradições e leis, era um simples contrato de associação provisória constantemente posto em causa e susceptivel de ser rompido por uma qualquer razão, no contexto de uma poligamia que não se atreve a "dar a cara".

No fundo, infelizmente, é o que se vê muito nos dias de hoje na nossa sociedade.
Há tradições que ainda são o que eram.

Beijos a que é de beijos, abraços a quem é de abraços

quarta-feira, setembro 06, 2006

King Arthus (Rei Artur)




"King Arthus"
2002
Óleo sobre Tela
1,60 x 50

Rei, guerreiro, conde ou Chefe de clã. Não se sabe ao certo.
Só se sabe que houve um Arthur, Arthus ou Artorius, filho de Uther, o último Pendragon da Bretanha que após um tempo de trevas conseguiu reunir todos os chefes de clã celtas e não celtas, sob a sua insigne contra os invasores Saxões.
Infelizmente o fim da história todos o sabemos.
O que restou dos Celtas Bretões fugiu para o que hoje é a Bretanha, na França actual, sendo a maior parte dos sobreviventes no que é hoje a Inglaterra, dizimada, restando muito poucos sobreviventes.
O que é engraçado é que os descendentes dos Anglos e dos Saxões veneram Artur e os seus cavaleiros, bem como as suas raízes Celtas!!!!

O primeiro que escreveu sobre as invasões saxónicas foi Gildas no ano 540 no "De Excidio et Conquestu Britanniae", mas a primeira referência literária a Arthur foi no poema épico "Y Gododdin" escrito por volta de 600 d.c. em que refere a vitória em batalha dos Britânicos do Norte perante os Saxões.
Mas em todos os escritos sobre Artur nunca se referem a ele como Rei mas sim como "Dux Bellorum", O Duque (Chefe) das Batalhas, ou como Bernard Cornwell o chama, Senhor da Guerra.
Mas quem falou pela primeira vez de Camelot e dos Cavaleiros da Távola Redonda foi Chrétien de Troyes, valendo-se dos mitos bretões e contos populares galeses que alimentavam memórias genuinas de um antigo herói.

"...Estas são as histórias dos dias que antecederam a descida das grandes trevas.
Estas são as histórias das terras perdidas, do país que outrora foi nosso, mas ao qual os nossos inimigos chamam agora Inglaterra.
Estas são as histórias de Artur, o Senhor da Guerra, o Rei que nunca existiu, o Inimigo de Deus e, que o Cristo Vivo me perdoe, o melhor homem que jamais conheci..."

De "O inimigo de Deus" de Bernard Cornwell.

Para a próxima, "Guenevere".
Que a Deusa da Serra da Lua vos encante nesta noite de calor.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Alma de Sintra (Arte Postal)



"Alma de Sintra"
Óleo sobre papel (Arte Postal)

Para uma exposição de "Arte Postal" organizada pela Câmara Municipal de Sintra na Galeria de Fitares em 2002 à qual fui convidada a participar.

A foto do Postal está um pouco desfocada porque a máquina digital que tinhamos na altura tinha esse problema.
Muitas outras fotos de outros trabalhos, que vou apresentar, tem esse problema.

***

Clique para ver Fotos de Sintra

***

"...a Serra enche, deleita, rejubila os nossos olhos, sacia os nossos sentidos, a natureza elementar e definitivamente fixa da Serra desafia a nossa minusculidade ontológica, a nossa provisoriedade existencial, o nosso aparente brilho social, a nossa eterna vontade de poder sobre os outros. E sempre que atingimos o cume da Serra, de novo nos confrontamos com dois gigantes cósmicos: o azul do mar e o azul do Céu, ambos misturados num indefinível recorte. Face a esta tripla paradoxal maravilha, cujo centro é sempre a Serra, constatamos que esta apenas pode ser comungada pelo coração através de uma Forma que a sublime, uma Alma que a transfigure esteticamente (e não teoreticamente nem misticamente), um Espírito que lhe corresponda em grandeza e excelência - e este é o espírito poético. Por natureza e condição, Sintra é habitada pelo Espírito da Poesia..."

Por João Rodil "Serra, Luas e Literatura" de 1995

"...Obedecendo a este impulso de habitante da Serra, João Rodil enquadra as diversas representações imagético-literárias por que Sintra tem sido cantada no ciclo cósmico das estações do ano desenhadas pela própria Serra, como se toda a existência da literatura sobre Sintra coubesse no amplexo de um ano cósmico, como se a literatura fosse o cântico da Serra, a fala da Serra entontecendo o pensamento de Bernardim, de Camões, de Garrett, de Herculano, de Eça..."
Escrito por Filomena Oliveira/Miguel Real (27.06.2006)

domingo, setembro 03, 2006

O Segredo - Reino Oculto das Fadas



O Segredo - Reino Oculto das Fadas
Acrílico sobre tela
1,00 x 0,60

(Tinha mais, mas não tenho fotografias deles)

Hoje vou contar-vos um segredo.
Termino aqui as fotos desta fase.
Em princípio não tenho mais nenhuma desta altura.

Tenho fotos de fases anteriores mas era a fase da aguarela e do abstracto.
Mais tarde, talvez faça um blog só para essa fase.
Tenho tenções de fazer um para o Vitral, também.
Mas num futuro não muito próximo.

A partir de amanhã trago fotos de quadros de 2001 para a frente.

Beijos a quem é de beijos, abraços a quem é de abraços

sábado, setembro 02, 2006

Beijo Imortal - Reino Oculto das Fadas




Beijo Imortal - Reino Oculto das Fadas
Acrílico sobre Tela
1,00 x 0,60

Um beijo.
Um simples beijo
Mas que poderá ficar para todo o sempre
Imortal
Entre os Mortais
Mortal
Entre os Imortais
Como uma abelha pica a pele
Toque de fel, sabor a mel
Beijo dado, beijo encantado
Fada e Humano
Transmutar
O que não pode ser transmutado
Beijo Imortal
Sem esperança
Apenas uma lembrança?
Sonho ou desejo?
Apenas um beijo
Harmonia da natureza,
Paixão, sufoco, ansia,
Desejo
Por um beijo
Pelo teu último Beijo
Um beijo Imortal

Nunca se esquecam dele...


Beijos imortais do Reino Oculto das Fadas
Monte da Lua, 2 de Setembro de 2006

sexta-feira, setembro 01, 2006

Amor não correspondido - Reino Oculto das Fadas




"Amor não correspondido -Reino Oculto das Fadas"

Acrílico sobre Tela
1,00 x 0,60
1997

Outro quadro da série Reino Oculto das Fadas

O Homem ao afastar-se da Terra Mãe afasta-se do Amor, da Realização como Elemento Primordial na Natureza.
A Natureza precisa do Homem como ele precisa da Natureza.
Ao comunicar e relacionar-se com a Natureza Viva o homem alarga o campo da sua consciência e um universo novo e maravilhoso aparecerá diante dos seus olhos.

"A Pátria do meu coração é a Floresta.
Relacionando-me com ela descubro o que é o amor pela Natureza"


Beijos com muito amor.
Monte da Lua, 1 de Setembro de 2006

quinta-feira, agosto 31, 2006

Amor Eterno - Reino Oculto das Fadas



Amor Eterno (Série "Reino Oculto das Fadas")
1,00 x 0,60
Acrílico sobre Tela
1997

Espero que gostem desta série de quadros que a partir de hoje vou apresentar.
Datam de 1996/1997 e apenas tenho alguns fotografados.

Amar.
Amar e ser amado.
Até os Seres Elementais o necessitam.
Devemos amar o próximo, a Terra, a Água, o Ar, o Fogo, o nosso Interior...

Nos dias de hoje é necessário colocar em prática a "força" espiritual.
As Mulheres e os Homens devem aprender a discernir a Verdade, a Beleza, o Bem, a Bondade.
Resumindo... o Amor.
O Amor está em tudo o que fazemos.
Esse Amor Eterno que apenas morrerá quando deixar de haver uma chama de sentimento no universo.

Neste universo existe obrigatoriamente o Equilibrio.
Existe a nossa Alma Gémea.
Alma essa que espera por nós algures até nos encontrar para nos amar e ser amada plena e docemente.


Beijos com muito amor do Reino Oculto das Fadas.
Monte da Lua, 31 de Agosto de 2006

terça-feira, agosto 29, 2006

Caminhantes do Lago




"Caminhantes do Lago"


Outro dos trabalhos que me fascina é o "Tromp l'oeil" como já aqui falei.
É pena ter pouco tempo para realizar estes efeitos criativos, ou ilusões ópticas, como lhe queiram chamar.

Este que apresento aqui hoje, que lhe dei como nome "Caminhantes do Lago", é um tromp l'oeil dos mais simples.
Foi uma "oferta" que fiz a um amigo.
Fazia anos e resolvi dar como prenda este "tromp l'oeil".
Adorou.
Já lá vai uns bons anitos.

Como já vos disse noutro post, mas não me custa recordar, o Tromp l'oeil é, basicamente, o termo francês para a arte de "enganar a vista" (não é bem este caso aqui apresentado, que foi mais uma brincadeira).
A ideia do tromp l'oeil é criar uma ilusão optica.
Um jogo visual que faça com que a pessoa que observa se pergunte a si mesma se o que observa é real ou não.
Pode considerar-se Arte, mas muitos dos efeitos desta técnica são faceis de alcançar e ao mesmo tempo resultam muito atractivos para a decoração de um local.
É claro que se formos aprofundar esta arte, os efeitos começam a ser dificilimos e nem todos o dominam.
Por exemplo, adoro fazer imitações de mármore, granito e outras pedras.
Não está ao alcançe de todos.
Mas com perseverança chega-se lá.
Quando aprendi essa técnica, cheguei a chorar frente à professora por não conseguir.
Mas acabei por conseguir.
De tal maneira que dei o meu toque pessoal às "pedras" que nem as técnicas utilizadas pela professora conseguiam alcançar os meus "projectos" de tal modo ficaram com o meu cunho pessoal.
Quando se quer sempre se alcança.
É preciso é muita paciencia e perseverança.

Beijinhos luminosos do Monte da Lua.

domingo, agosto 27, 2006

Lusitanea




Lusitanea
Óleo sobre Tela
1996
1,00 x 0,60

Este foi uma encomenda.
Não é bem um original porque quiseram que me baseasse numa paisagem já existente de Impressionismo em Porcelana.
Tentei dar-lhe o meu toque pessoal e inspirei-me na falésia da Praia Grande e Praia Pequena, em Sintra.
As encomendas tem este senão.
Temos de nos limitar ao que pretendem.
Depois temos de dar o nosso toque.

Resolvi chamar-lhe Lusitanea (está correcto, não foi engano. escrevi Lusitanea e não Lusitânia).

***

"...Portugal possui uma luz própria, revelada pela sua tradição esotérica, que não deixa dúvidas do muito que ainda se espera dos "Cidadãos da Luz".
Não é por acaso que a sua Luz-Citânea (Lusitanea) sobreviveu como chama escondida nos corações dos seus habitantes quando sua nação se viu anexada pelo Império Romano, renascendo séculos depois como o Portugal Templário.
Também não é sem razões profundas que cavaleiros e navegadores lusos plantaram a linguagem dos símbolos por todo o planeta terrestre, oferecendo-nos pistas preciosas para nos guiar de forma limpa, pura...
...Entender o significado dos símbolos, interpretá-los de forma correcta e oferecer acesso aos conhecimentos e às convicções assim obtidas, é tarefa prioritária de todos os que desejam manter viva a chama interior da sua ancestral identidade e transmiti-la às gerações vindouras..."

Excerto do prefácio de "Rainer Daehnhardt" no livro do antropólogo português Eduardo Amarante "Portugal Simbólico - Origens Sagradas dos Lusitanos"

"Rainer Daehnhardt - Historiador alemão e coleccionador de armas antigas, é um dos maiores especialistas da cultura lusitana e das tradições de Portugal.
Autor de dezenas de estudos históricos e cientificos, conferencista nas principais instituições universitárias americanas e autor de diversas obras sobre Portugal.

Assim me despeço por hoje.
Beijinhos directamente do Monte da Lua

sexta-feira, agosto 25, 2006

Dragão Borboleta



Dragão-Borboleta
1997
Óleo e Gesso Acrílico sobre Tela
0,54 x 0,73

Dragão - Representa a força, vitalidade, masculinidade.

Borboleta - Representa a beleza, a leveza, a feminilidade, o etéreo, a nossa mortalidade.

Neste quadro brinquei um pouco com o termo "dragon-fly" (libelinha) do inglês.

Quis representar algo poderoso mas ao mesmo tempo efémero.

****

Voltámos mais cedo do que esperávamos de Espanha.
Chegámos pelas 19 horas.

Navarra é muito bonita, mas infelizmente não fomos para passear ou fazer turismo.

O Paulo fez várias consultas e exames (endoscopia, colonoscopia, etc, etc) bastante mais aprofundados do que lhe fizeram em Portugal.

O polípo ja está bastante profundo no intestino e o médico quer ter a certeza de que não há nenhum "ponto" maligno.
Como temos de esperar pelas biópsias, regressámos e só lá voltaremos quando houver resultados finais.
Pelo menos sabemos que não há metástases, o que já é muito bom.

Precisamos de ter muita força para ultrapassarmos este obstáculo.

Beijinhos.

terça-feira, agosto 22, 2006

A Barqueira de Avalon





A Barqueira de Avalon
Óleo sobre Tela
1997
1,20 x 0,60


Trago-vos hoje este quadro devido à sua temática.

Chegou a altura da "peregrinação".
Da passagem do nosso mundo para Avalon.
De Portugal vamos sair e como uma antiga Sacerdotisa levo o meu "Rei Artur", não pelo meio líquido, mas pelos ares, até à "Ilha de Avalon", representada pela Clinica onde será tratado e curado do mal que padece para voltar com mais força, para me ajudar na busca do Graal e do Conhecimento mútuo, com a Graça de Deus.

Nestes dias que se avizinham vou estar ao lado do Paulo enquanto puder e me deixarem.
Todo o resto do tempo vou estar só, como Percival na Floresta onde andou a vaguear, como outros cavaleiros em demanda do Graal.
Neste caso o meu Santo Graal é a cura do meu marido.

Mesmo independente como sou, vou comunicar com uma terra desconhecida para mim.
Isso causa sempre muito receio, principalmente estando só como vou estar, enquanto ele está no hospital.

Espero que esta ausência seja curta e voltemos ao vosso seio o mais rapidamente possível.
Para bem de nós.
Principalmente para bem do Paulo.
Tanto fisica como psicologicamente.

"...Ao meio do caminho da minha vida, acordei e descobri-me numa floresta de trevas..."
Dante, A Divina Comédia (No início)

Epero e rezo para que seja só o início...

Beijos para todos vós e... até breve.

segunda-feira, agosto 21, 2006

Ankh - A Chave da Vida



"Ankh - A Chave da Vida"
0,90 x 0,50
Óleo sobre Tela

Hoje trago-vos um quadro de 1996 que elaborei baseado na Ankh, a chave da vida para os antigos egípcios.

É o hieroglifo egípcio para a palavra "vida" e também faz parte do conceito de "Saúde" e "Felicidade".

Simboliza a eternidade da Alma.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história foi adoptada por diversas culturas.
Continuou "popular", mesmo depois da cristianização do egípto a partir do século III.

Os egípcios convertidos são conhecidos como Cristãos Coptas, e a Ankh, devido à sua semelhança com a cruz cristã, manteve-se como um dos seus principais símbolos, sendo conhecida por Cruz Copta.

Beijos mágicos do Monte da Lua

domingo, agosto 20, 2006

Olhar Fugidio



Olhar Fugidio
0,60 x0,40
Acrílico sobre Tela
1996


Apenas um Olhar Fugidio.
Uma janela.
Um Portal.
Num momento especial.
Num sítio especial.
Temos de saber de imediato se o ultrapassamos, ou não.
Todos os momentos da vida são únicos.
Não há talvez ir ou talvez ficar.
Há o Ir.
Há o Ficar.
E a decisão é só nossa.
São assim os Passos que damos na Vida.
Feita com Olhares Fugidios entre Portais do Tempo.

Fiquem bem.
Beijos mágicos.